Lynda Carter festeja sucesso de Mulher-Maravilha

Filme estrelado por Gal Gadot foi assistido por mais de um milhão de pessoas e Lynda Carter comemora o sucesso de sua antiga personagem na TV

Indubitavelmente, ela tem a força!  O filme Mulher-Maravilha estreou na liderança isolada no circuito nacional e foi visto por aproximadamente um milhão e meio de pessoas, em seu final de semana de lançamento, arrecadando R$ 25 milhões nas bilheterias nacionais.

 Estrelado por Gal Gadot, o blockbuster foi o filme mais elogiado pela imprensa especializada entre as produções do Universo Estendido da DC até então. Entretanto, no Brasil, Mulher-Maravilha teve uma abertura inferior a de Batman vs Superman – A Origem da Justiça (2,4 milhões de espectadores no fim de semana de estreia) e Esquadrão Suicida (2,1 milhões de espectadores no fim de semana de estreia).

Mulher-Maravilha ostenta até aqui a quinta maior abertura de 2017, atrás de Velozes e Furiosos 8 (2,2 milhões de espectadores no fim de semana de estreia), A Bela e a Fera (1,9 milhão), Logan (1,6 milhão) e Cinquenta Tons Mais Escuros (1,4 milhão).

Há cerca de 40 anos, a personagem Mulher-Maravilha dominava a TV numa série protagonizada pela atriz Lynda Carter. Hoje, aos 65 anos, a atriz é uma das maiores fãs do primeiro filme já feito para a personagem no cinema. Mulher-Maravilha, estrelado pela israelense Gal Gadot, estreou no último final de semana quebrando recordes, se tornando a melhor estreia de todos os tempos para um filme com uma mulher na direção – no caso, a cineasta Patty Jenkins. Orgulhosa, Lynda Carter, comemorou o resultado através de sua conta no Twitter. “Uau! Histórico e muito merecido”, escreveu a atriz, que viveu a personagem na TV entre 1975 e 1979. No seu primeiro fim de semana, o novo filme arrecadou US$ 100,5 milhões nos EUA, segundo o portal Box Office Mojo, e fez o longa de Patty Jenkins superar a marca anterior de melhor estreia de um filme dirigido por uma mulher, que era de Sam Taylor-Johnson por Cinquenta Tons de Cinza, com US$ 93 milhões, em 2015.( Divulgação: Google News)

Deduz-se que , esta será a melhor estreia da história para um filme dirigido por uma mulher, Patty Jenkins. A melhor marca para uma diretora até o momento pertence a Sam Taylor-Johnson com “Cinquenta Tons de Cinza”, que estreou com US$ 93 milhões em 2015.

Jenkins, que se afastou de “Thor: O Mundo Sombrio” por diferenças criativas com a Marvel, foi a pessoa que levou Charlize Theron a conquistar o Oscar de melhor atriz em 2004 pelo papel em “Monster: Desejo Assassino”.

A carreira de Jenkins, quase totalmente dedicada à televisão, tem como pontos altos a direção de episódios de séries como “Arrested Development”, “Entourage”, “The Killing” e “Betrayal”.

Protagonizado por Gal Gadot, Chris Pine e Robin Wright, “Mulher-Maravilha” conta a origem da super-heroína desde que era conhecida simplesmente como Diana, princesa da ilha paradisíaca de Themyscira, onde começa o treinamento para se tornar uma poderosa amazona. No entanto, Diana encontra um piloto de avião que a conta sobre um conflito bélico que está ocorrendo no mundo e decide abandonar a ilha para lutar ao lado dos Aliados na I Guerra Mundial.

O filme foi bastante elogiado pela crítica, após a fria recepção de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” e “Esquadrão Suicida”, as apostas anteriores do Universo Estendido da Warner sobre os personagens da DC Comics.

O sucesso de “Mulher-Maravilha”, que conta com US$ 150 milhões de orçamento, é uma grande notícia para a indústria, especialmente para um gênero, o dos super-heróis, no qual as mulheres costumam desempenhar um papel secundário dentro de obras como “Os Vingadores”, em que Scarlett Johansson interpreta a Viúva Negra e Elizabeth Olsen a Feiticeira Escarlate.

Já houve tentativas de lançar sagas protagonizadas por super-heroínas, como “Mulher-Gato” (2004) e “Aeon Flux” (2005), mas a arrecadação final de ambas ficou abaixo dos respectivos orçamentos. “Elektra” (2005) não foi tão melhor, ao faturar US$ 56 milhões a partir de um orçamento de US$ 43 milhões.

Por isso, “Mulher-Maravilha” pode significar uma reviravolta dentro de uma indústria que começa a vislumbrar mais oportunidades para personagens femininos protagonistas e diretoras mulheres em superproduções.

Jenkins é apenas a segunda mulher na história a dirigir um filme com orçamento de US$ 100 milhões ou mais, após Kathryn Bigelow em “K-19: The Widowmaker” (2002).

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2 Comentários

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